Poli realiza IV Semana de Iniciação Científica

A Escola Politécnica da USP realizará, de 4 a 8 de abril de 2016, a quarta edição da Semana de Iniciação Científica da Poli, com o objetivo de divulgar a pesquisa na graduação, as oportunidades de trabalho em cada grupo de pesquisa da Poli-USP, e as chances de bolsas para os alunos. O evento será uma oportunidade para que os alunos tirem suas dúvidas e conheçam as possibilidades de atuação em grupos de pesquisa da Poli já na graduação (Fonte: Assessoria de Comunicação da Poli-USP).

IV Semana de Iniciação Científica da Poli

 

Engenheiro define carreira até 3 anos após o primeiro emprego

É muito difícil o profissional formado em engenharia mudar de carreira após escolher a sua área de atuação, e a definição dessa trajetória ocorre até três anos após o primeiro emprego. Além disso, as mudanças frequentes na economia brasileira são prejudiciais para a escolha de carreira no vestibular e no mercado de trabalho.

A análise consta em pesquisa do economista Bruno César Araújo que estudou as trajetórias ocupacionais de 9.041 jovens engenheiros do mercado de trabalho formal no Brasil entre 2003 e 2012. Ele também comparou essas escolhas com as feitas por geração anterior de 5.045 engenheiros, formados entre 1995 e 2002, e verificou a trajetória de carreira dessa geração nos anos 2000.

Os resultados constam da tese de doutorado apresentada na Escola Politécnica (Poli) da USP, em fevereiro, com orientação do professor Mario Sergio Salerno. Entender as escolhas profissionais dos engenheiros ajuda a desmistificar a suposta falta de engenheiros no Brasil.

“Em 2010, havia um certo temor de que poderia faltar mão de obra qualificada no Brasil para sustentar o crescimento econômico. Existia essa discussão no governo e na sociedade, principalmente sobre profissionais na área de engenharia”, conta Bruno que é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Em artigo publicado em 2014, na Revista Novos Estudos, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) Observatório da Inovação (OIC), sediado no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, e do Ipea, mostram que, na verdade, no mercado de trabalho há um hiato geracional, devido à lacuna na formação de engenheiros décadas atrás.

“Por meio do censo do IBGE descobrimos que, nos anos de 1980 e 1990, caiu o número de formandos em engenharia, mas depois voltou a crescer. É o que chamamos de ‘gap’ de formação. Hoje, eles seriam considerados os engenheiros seniores, capazes de gerenciar e liderar projetos, mas há poucos profissionais no mercado com esse perfil”, disse Salerno em entrevista anterior.

Neste novo estudo, os pesquisadores buscaram determinar as áreas que os jovens engenheiros escolhem para trabalhar ao longo dos anos. “O engenheiro não é um profissional com ligação direta entre a formação e o exercício da profissão, ele tem a possibilidade de exercer ocupações fora das carreiras típicas de engenharia”, lembra o economista. Essas carreiras típicas seriam: engenheiro civil, elétrico, mecânico, aeronáutico, etc.

Texto extraído do site da Agência USP de Notícias. Para reportagem completa, clique aqui. 

Aluno do PRO participa da fase final do Hackaton Natura Ekos

Pedro Henrique Bulla, aluno do 4º ano do curso de graduação do PRO, está entre os 32 selecionados para a fase final do Hackaton Natura Ekos, que irá acontecer entre os dias 17 e 20/3, em Belém do Pará.

Para a fase de seleção, Pedro propôs uma rede social para coleta e disseminação de informações sobre ações de proteção ambiental. A fase final inclui uma imersão em uma comunidade amazônica e dois dias de prototipagem de soluções.

Mais informações sobre o evento, clique aqui.

Capacidade de TI – Projeto de Iniciação Científica

O Prof. Dr. Renato de Oliveira Moraes (PRO) convida empresas a participarem do projeto de iniciação científica, sob sua coordenação, que analisa o impacto da capacidade de TI na agilidade organizacional. Para os interessados, é uma oportunidade de obter uma reflexão e insights sobre suas próprias práticas, através da ação/opinião de pessoas que estudam o tema e que devem trazer um olhar mais impessoal do dia a dia da organização.

Sobre o projeto:

Capacidade de TI é um conceito derivado da aplicação da visão baseada em recursos (RBV) na gestão da TI. A ideia da RBV é que a posse de recursos valiosos, raros e difíceis de imitar contribuem para uma vantagem competitiva sustentável das organizações. Estes recursos se classificam em três categorias: infraestrutura, recursos humanos e recursos intangíveis.

No âmbito da gestão da TI, a capacidade dessa é o elemento interveniente da relação entre o investimento de TI e o desempenho da organização. Mais recentemente, certos autores sugerem que o impacto da capacidade de TI sobre o desempenho é intermediada pela agilidade de processos que possui duas grandes dimensões: capacidade de percepção e capacidade de reação.

Iniciação científica:

Projeto desenvolvido por alunos de graduação que tem como objetivo o desenvolvimento de capacidades de pesquisa para uma eventual carreira acadêmico-científica. Este projeto, realizado no âmbito do Programa Unificado de Bolsas de Estudo para estudantes de Graduação (Edital 2015/16), conta com a participação de alunos da Escola Politécnica, do Instituto de Química e da Escola de Artes, Ciências e Humanidades.

Email para contato: remo@usp.br