POLI-USP oferece cursos na área de Gestão de TI no primeiro semestre de 2018

No primeiro semestre de 2018, a Escola Politécnica da USP realiza uma série de cursos de atualização, difusão e pós-graduação (stricto sensu) voltados à Gestão de TI. Coordenados pelo Prof. Dr. Renato de Oliveira Moraes, os cursos são voltados para públicos específicos, que vão desde os recém-formados até o doutorado.

Seguem as informações sobre os cursos:

Cursos de Atualização:

Capacidade de Gestão da TI: foco principal deste curso são professores de cursos de graduação (ou aspirantes a) que queiram desenvolver suas habilidades de pesquisa. Este é um curso gratuito da USP, com carga de 36 horas, e suas aulas semanais ocorrem no período da tarde (de 06/03 a 05/06/18).
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Gestão de Projetos de TI: o público deste curso são os profissionais de mercado. As aulas são quinzenais, de sexta-feira à noite (das 18h30 às 22h30) e aos sábados pela manhã (das 08h30 às 12h30), com carga de 60 horas (de 09/03 a 09/07/18). O investimento é de: Matrícula (R$ 1.275,00) + 3 parcelas de R$ 1.275,00.
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Gestão Executiva da Capacidade de TI: trata da aplicação RBV (visão da empresa baseada em recursos) na gestão da TI. São discutidos neste curso como a gestão de recursos estratégicos de TI criam condições para uma empresa tornar-se mais ágil e competitiva. O público deste curso são os profissionais de mercado. As aulas são quinzenais, de sexta-feira à noite (das 18h30 às 22h30) e aos sábados pela manhã (das 08h30 às 12h30), com carga de 60 horas (de 03/02 a 09/06/18). O investimento é de: 4X R$1.500,00.
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Cursos de Difusão:

Cursos de curta duração (8 horas) oferecidos pela Fundação Vanzolini, que é ligada ao Departamento de Engenharia de Produção da EP-USP, em temas específicos de metodologia de pesquisa. O público principal destes cursos são estudantes de pós-graduação.

O curso “Modelamento de Equações Estruturais para pesquisa em gestão da TI” será realizado nos dias 16 e 18/01/2018, das 18h30 às 22h30. Já o curso “Metodologia de Pesquisa: Uma visão positivista para pesquisa em gestão da TI” ocorrerá nos dias 17 e 19/01/2018, das 18h30 às 22h30. O investimento de cada curso é de R$ 400,00.
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Pós-Graduação Stricto Sensu:

No Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da EP-USP, a linha de pesquisa Gestão da Tecnologia da Informação trabalha com temas como: capacidade da TI, visão da empresa baseada em recursos, agilidade organizacional, perfil do CIO e gestão de projetos de TI. As inscrições estão abertas até o dia 10 de janeiro de 2018 (Início das aulas: 2º quadrimestre).
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Alunos da Poli-USP identificam iniciativas em smart cities em 11 municípios de SP

Estudo foi parte da disciplina Gestão Integrada de Cidades Inteligentes, oferecida pelo Departamento de Engenharia de Produção.

Um conjunto de estudos feitos por alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) envolvendo 11 municípios mostrou algumas iniciativas em projeto ou já em andamento para a implementação de cidades inteligentes, ou smart cities, no Estado de São Paulo. As pesquisas são resultado do trabalho de conclusão da disciplina “Gestão Integrada de Cidades Inteligentes”, oferecida pelo Departamento de Engenharia de Produção (PRO) da Poli. Os resultados foram apresentados no evento “Conecticidade de Premiação para Smart Cities”, realizado nesta quarta-feira (13/12), no auditório do PRO, no campus da Cidade Universitária, em São Paulo.

O evento marcou o encerramento das atividades da disciplina PRO-3480, oferecida de forma optativa para estudantes da Poli e de outras unidades da USP, e aplicada pelos professores Marcelo Schneck de Paula Pessoa, Leandro Patah e José Joaquim do Amaral Ferreira. Em grupo, os alunos estudaram as cidades de Campinas, Campo Limpo Paulista, Capivari, Diadema, Guarulhos, Itu, Jundiaí, Limeira, Santa Bárbara d’Oeste, Sorocaba e Vinhedo, analisando questões relacionadas com a gestão de cidades inteligentes, buscando conhecer a realidade destas, seus problemas e como estes podem ser resolvidos com a ajuda de tecnologias da Comunicação e Informação.

Os cases – Cada grupo destacou uma ou mais iniciativas no sentido da implementação das cidades inteligentes. Jundiaí, por exemplo, disponibilizou um aplicativo integrado, no qual os cidadãos podem acessar cerca de 100 serviços diferentes. Santa Bárbara d’Oeste já está usando drones, wi-fi e câmeras para segurança pública e tem um sistema inteligente de estacionamento onde os cidadãos podem pagar de forma online pelo uso das vagas.

Em Limeira, foi desenvolvido um sistema de botão de pânico para mulheres em situação de risco e um sistema mobile de estacionamento rotativo baseado em IoT. Vinhedo monitora todas as entradas e saídas da cidade em tempo real, por meio de um sistema de câmeras, avança na implantação do sistema de iluminação LED e planeja a instalação de estacionamentos e hidrômetros inteligentes. Em Sorocaba, todas as viaturas policiais agora contam com computadores de bordo integrados a um sistema central de segurança.

Em Capivari, foi criado o Sistema Integrado de Administração Municipal (SIAM), por meio do qual o cidadão pode pedir solução para problemas que são de competência da prefeitura. Em Diadema, a totalidade dos processos internos relacionados à gestão do município estão digitalizados. Outro exemplo é Itu, na qual a Secretaria de Planejamento lidera a integração entre as demais secretarias, promovendo a digitalização dos processos.

Campo Limpo está projetando um novo portal interativo e integrado, que liga todas as áreas da administração do município. Já em Guarulhos, a prefeitura está trabalhando em um projeto de big data para integrar os dados de gestão. E Campinas está adotando uma plataforma aberta para implementar soluções em IoT voltadas ao atendimento aos cidadãos, e que foi desenvolvida pelo CPqD, que fica no município.

Disciplina como base para formação de grupo de pesquisa – Este foi o primeiro ano de realização da disciplina “Gestão Integrada de Cidades Inteligentes”, que será oferecida novamente pelo Departamento no segundo semestre de 2018. Sua concepção se alinha aos três eixos de atuação da Poli, o ensino, a pesquisa e a extensão, conforme explicou o professor Marcelo Pessoa. Além de abrir espaço para que os estudantes aprendam, na prática, a utilizar os conceitos aprendidos em sala de aula, e também a fazerem pesquisa, ajuda os municípios a terem um diagnóstico, com avanços e demandas, promovendo a interação com a sociedade por meio do apoio à ação dos gestores de políticas públicas.

A disciplina também tem por objetivo ser a base para formação de um grupo de pesquisas sobre cidades inteligentes na Poli e já se articula com o Laboratório de Cidades, Tecnologia e Urbanismo, sediado no Departamento. Esse laboratório conta ainda com a participação e apoio da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (AsBEA), Fundação Vanzolini, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU) e Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Uma das metas das nossas pesquisas é desenvolver uma certificação para cidades inteligentes”, contou o professor Leandro Patah.

Na abertura do Conecticidade, a professora Patrícia Faga Iglecias Lemos, superintendente de Gestão Ambiental da USP e representando o reitor da Universidade, professor Marco Antonio Zago, lembrou que a USP sedia o primeiro escritório regional do Programa Cidades do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e convidou os pesquisadores para participarem dessa iniciativa. “O trabalho que a Poli desenvolveu, colocando seus estudantes em contato com a realidade das prefeituras, mostrou o quanto a universidade pode contribuir com a sociedade”, destacou.

O chefe do Departamento de Engenharia de Produção, professor Fernando Laurindo, explicou que a criação da disciplina reflete o caráter multisdiciplinar do curso. “Essa disciplina procura tratar o tema cidades inteligentes com uma visão de sistema integrado, holístico, com o objetivo último de termos cidades melhores para vivermos”, concluiu.

O evento teve, ainda, uma apresentação sobre as atividades do Projeto Rondon SP, que promove a integração entre prefeituras e universidades, por meio do trabalho voluntário de alunos e professores dispostos a ajudar os municípios na busca por soluções dos diversos problemas enfrentados pela administração pública.

Autoridades públicas, representando as prefeituras das cidades estudadas, estiverem presentes no Conectividade e ganharam um certificado por terem participado da iniciativa: André Luiz de Camargo Von Zuben, secretário de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo de Campinas; Caroline Rocha Michels, secretária de Assistência Social e Cidadania, Carla Dualib Sonnewend, secretária de Comunicação, Luis Carlos Fabbrini da Silva, diretor de TI, e Wesley Oliveira, analista de sistemas, todos da prefeitura de Diadema; Plinio Berbardi Junior, secretário de Planejamento de Itu; Mariana Savedra Pfitzner, Diretora de Ciência e Tecnologia, e Júlio César Durante, diretor do Departamento de Fomento ao Comércio e Serviços, ambos da prefeitura de Jundiaí; Lexandro A.G. de Melo, diretor de TI da prefeitura de Vinhedo; Danilo Cesar de Oliveira, diretor da Secretaria de Planejamento de Sorocaba.

Confira as fotos do evento no Flickr da Poli. https://www.flickr.com/photos/poliusp/albums/72157661560018647

Texto originalmente publicado no site da Escola Politécnica da USP (Link original: clique aqui)

Como conseguir e aproveitar melhor o doutorado sanduíche, segundo três experiências politécnicas

Em evento realizado no Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP, palestrantes deram dicas para ajudar interessados em realizar parte da pós-graduação no exterior

Na foto (esq/dir): Aline Sacchi Homerich, Vinícius Chagas Brasil, Patrícia Kusmenko e Profa. Dra. Marly Monteiro de Carvalho.

Na foto (esq/dir): Aline Sacchi Homrich, Vinícius Chagas Brasil, Patrícia Kuzmenko e Profa. Dra. Marly Monteiro de Carvalho.

Quais as melhores decisões a serem tomadas quando se pensa em internacionalização da pós-graduação, como funciona o processo seletivo do doutorado sanduíche e as diferenças entre instituições foram algumas das questões levantadas no seminário “Experiências no Doutorado Sanduíche”, realizado no Departamento de Engenharia de Produção (PRO) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) no dia 6 de dezembro, às 14 horas.

A iniciativa foi organizada pela Comissão de Pesquisa do Departamento, e buscou trazer à comunidade acadêmica informações e exemplos concretos sobre esse tipo específico de doutorado, que consiste na realização de parte dos estudos para a tese em alguma universidade estrangeira, geralmente na fase intermediária  da pesquisa.

Para dar depoimentos sobre suas experiências pessoais e compartilhar dicas com quem se interessa por fazer doutorado sanduíche foram convidados os doutorandos do PRO Patrícia Kuzmenko, que foi para o Politécnico de Milão (Itália); Vinícius Chagas Brasil, que realizou os estudos na Universidade de Nova Iorque (EUA); e Aline Sacchi Homrich, que foi para a Universidade de Cambridge (Inglaterra).

Marly Monteiro de Carvalho, docente do Departamento, abriu o evento destacando a importância na preparação para uma carreira acadêmica internacional, que envolve, muitas vezes, entraves burocráticos. “Acredito que a questão mais relevante e que deve ser levada em conta ao se pensar em  internacionalização da pós seja a mobilidade”, exemplificou.

Apesar dos destinos diferentes, os três palestrantes do dia conseguiram identificar algumas semelhanças com relação às experiências fora do Brasil e deram conselhos para quem deseja seguir este caminho. Confira agora alguns deles:

1. Pesquise bem antes de decidir para onde ir

Identificar o grupo de pesquisa e orientador que dialoguem com a sua tese é imprescindível para aumentar as chances de aprovação da bolsa e um melhor aproveitamento da pesquisa em si. Para Kuzmenko, pensar na cidade também foi estratégico. “Milão é uma cidade cosmopolita, conhecida pelo seu design e moda sofisticados. Um ambiente muito propício para a realização das minhas entrevistas, que foram com diversas empresas”, contou.

2. Como ter sua tese aceita pelo orientador

Despertar a atenção de um pesquisador internacionalmente reconhecido não é uma tarefa fácil. Os doutorandos contam que usaram abordagens diferentes para o contato com seus orientadores. “Pesquisei os professores que tinham a ver com minha área de estudo, e mandei milhares de e-mails. Ao final, realizei entrevistas via Skype com três docentes da Universidade de Nova Iorque e acabei optando por um deles”, explicou Chagas.

Para Homrich, o processo não foi o mesmo. “Minha orientadora conhecia um pesquisador em Cambridge, e me sugeriu entrar em contato com ele demonstrando meu interesse. Mandei e-mail (ela em cópia), ela confirmou minha vontade, e então ele solicitou o envio da minha proposta de pesquisa detalhada para avaliar seu interesse e disponibilidade.”
Kuzmenko, por sua vez, “Meu orientador aqui na Poli mandou um material com informações da minha pesquisa para um pesquisador no Politécnico de Milão e este repassou essas informações para seus colegas de departamento, até conseguir um interessado”.

3. Tenha seus objetivos bem definidos

Todos os palestrantes contam que, logo no início da estadia nos países, realizaram reuniões com os orientadores para definir um plano de trabalho para os próximos meses. “Percebi que quem não tinha feito isso ficou um pouco deslocado nas pesquisas”, afirmou Chagas.

Esse tipo de preparação é essencial, segundo Sacchi. “Uma coisa muito comum aqui no Brasil é associarmos a pós-graduação com a carreira acadêmica”, afirmou. “Lá, não necessariamente funciona assim. Meu orientador, logo que cheguei, sentou comigo e perguntou qual era o meu objetivo: se a academia ou a indústria. Uma dica é essa, você explicar logo seu objetivo para quem te orienta”.

4. Preste atenção nas bolsas

Apesar de todos terem conseguido bolsas de auxílio concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), algumas das universidades cobram taxas à parte. Para Sacchi, o segredo foi recorrer ao diálogo. “Conversei com o chefe do departamento de lá, e disse que não teria condições de arcar com os custos da taxa. Assim, eles me concederam uma isenção”, aconselhou.

Chagas passou por algo parecido. “Lembro que paguei a taxa, que era em torno de oito mil dólares. Porém, quando meu orientador descobriu que o dinheiro havia saído do meu bolso, me devolveram a quantia exata”, lembrou. Somente a Universidade de Milão, dos três exemplos, não cobra taxa.

5. Networking é essencial

Uma questão unânime entre os doutorandos foi a importância de criar uma rede de contatos. Para isso, ser ativo no grupo de pesquisa, conhecer todos os colegas com quem trabalha, participar de congressos relacionados à área e até confraternizar em happy hours podem ajudar a criar um vínculo com gente importante.

Kuzmenko defendeu. “Dividi meu período na Itália em dois. A primeira parte foquei na integração com o meu grupo de pesquisa: participei de diversas reuniões com a equipe, cursos gratuitos que o Politécnico oferecia e de outras atividades acadêmicas. Isso foi muito importante para construir um networking forte”.

6. Mantenha contato com o orientador mesmo após voltar ao Brasil

Kuzmenko também destacou a necessidade de manter o contato com o orientador. “Ele geralmente é uma pessoa de muita influência no meio acadêmico. Um dos requisitos para a conclusão de um doutorado sanduíche é a produção de um artigo com a coautoria de seu orientador, e isso facilita muito”.

Texto originalmente publicado no site da Escola Politécnica da USP (Link original: clique aqui).

Supervisão em Ergonomia – Fundação Vanzolini (Turmas 2018): Inscrições abertas 

Voltada a ergonomistas, médicos do trabalho e engenheiros de segurança, a Supervisão em Ergonomia surgiu a partir do seguinte questionamento: O que fazer para manter-se atualizado após uma formação em ergonomia? Organizada pelo Prof. Dr. Claudio Brunoro (Fundação Vanzolini), é uma oportunidade para suprir esta necessidade por meio de aprimoramentos em ergonomia (e temas correlatos), acompanhamento de casos e compartilhamento de experiências. Através de encontros mensais com profissionais experientes, são apresentadas questões pertinentes à ergonomia com a intenção de aprofundar em temas e casos que os próprios participantes podem trazer para serem discutidos nos encontros. Os casos podem ser provenientes da própria empresa em que atuam profissionalmente, de consultorias, de projetos de pesquisa, entre outros.

Para o melhor aproveitamento de todos participantes, os encontros são presenciais e com poucos participantes. Além disso, os temas dos encontros são customizados de acordo com as necessidades comuns dos integrantes do grupo. Para o envio de mais informações, os interessados devem encaminhar o currículo para o e-mail: cbrunoro@gmail.com. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. A previsão de início dos encontros é março/2018.

 

Economia Social e Solidária é tema de seminário realizado na POLI-USP

No mês de outubro, ocorreu na Escola Politécnica da USP o XII Seminário Internacional do Comitê de Processos Cooperativos e Associativos (Procoas), com o objetivo de promover o debate e a reflexão teórico-prática sobre as experiências de Economia Social e Solidária a partir do princípio da autogestão, em suas diferentes expressões na América Latina.

O Procoas, que compõe a Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM), é espaço interuniversitário que tem como objetivos debater os processos cooperativos e associativos e da Economia Social e Solidária na perspectiva da docência, pesquisa e extensão, fomentar e promover estudos na área, a partir de programas conjuntos de intercâmbio, eventos acadêmicos e pesquisas conjuntas. Entre as temáticas que foram abordadas no evento, estão: Educação Popular e Extensão Universitária; Consumo Responsável e Comércio Justo; Soberania Alimentar, Agricultura Familiar e Camponesa e Agroecologia; Gênero; Raça; Tecnologia Social; Resíduos Sólidos: Coleta e processamento de materiais reaproveitáveis; Finanças Solidárias; Saúde Mental; Políticas Públicas; Comunidades Tradicionais; LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Como resultado do evento, o Comitê do Procoas elaborou a Carta de São Paulo, documento que expressa o posicionamento do grupo diante do atual contexto social, tentando “construir, sistematicamente, de forma proposital, respostas compatíveis com os anseios, objetivos e princípios orientadores de iniciativas de trabalho associado autogestionário, com destaque especial de algumas questões identificadas neste seminário como centrais neste processo”. Para ler o documento na íntegra, clique aqui.

Processo seletivo para Pós-Graduação em Engenharia de Produção (início das aulas: 2º quadrimestre de 2018)

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) abre inscrições, de 06/12/17 a 10/01/18, para o processo seletivo de ingresso nos cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da Instituição (início das aulas: segundo quadrimestre de 2018). Com uma única área de concentração, o Programa possui cinco linhas de pesquisa: Economia da Produção e Engenharia Financeira (EPEF); Gestão de Operações e Logística (GOL); Gestão da Tecnologia da Informação (GTI); Qualidade e Engenharia do Produto (QEP); e Trabalho, Tecnologia e Organização (TTO).

O processo seletivo é dividido em duas fases eliminatórias. Na primeira, que acontecerá no dia 06 de fevereiro de 2018, os alunos serão submetidos a um teste aplicado e avaliado pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO). A segunda fase, que ocorrerá no dia 21 de março de 2018, consiste em uma prova escrita e na avaliação do projeto de pesquisa dos candidatos pelos grupos de pesquisa do PPGEP.

Poderá ser dispensado da primeira fase o candidato que apresentar o resultado obtido nos certificados internacionais Graduate Management Admission Test (GMAT) e Graduate Record Examination (GRE). Informações adicionais sobre a proficiência em língua estrangeira, os requisitos exigidos para a consideração da nota destes exames, outras formas de dispensa das provas do processo e participação de candidatos de fora do Brasil estão disponíveis no edital.

Os alunos aprovados no Programa poderão pleitear bolsas oferecidas por agências de fomento, dependendo da disponibilidade dessas.

O resultado final será divulgado no dia 11 de abril de 2018, no site do PPGEP (ppgep.poli.usp.br). A data da matrícula será divulgada oportunamente no mesmo endereço.

Mais informações: http://ppgep.poli.usp.br/processo-seletivo

Edital: clique aqui

PRO realiza curso de difusão sobre Bibliometria em janeiro de 2018

No dia 22 de janeiro de 2018, das 8h às 17h, o Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP realiza o curso de difusão “Bibliometria: Teoria e Prática”. Coordenado pela Profa. Dra. Marly Monteiro de Carvalho e ministrado pelos doutorandos Diego Honorato Clemente e Graziela Darla Araújo Galvão (PPGEP-USP), o curso é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação de quaisquer áreas do conhecimento que tenham interesse sobre o método bibliométrico.

A bibliometria tem sido uma técnica bastante difundida para realização da pesquisa acadêmica e com um grande potencial de publicação de seus resultados em periódicos de alto impacto. É útil na formação desde alunos de graduação, na fase de monografia, até mestrado e doutorado.

O objetivo do curso é difundir os conhecimentos sobre a aplicação do método bibliométrico, sendo utilizados em aula os softwares VosViewer e Ucinet. Além de uma introdução teórica sobre a bibliometria, o curso enfatiza a prática através das etapas para realizar uma análise bibliométrica: (i) processo de amostragem e busca nas bases científicas, (ii) extração de dados e arquivamento e (iii) análises descritivas e de redes sociais. Ao final do curso, o participante estará apto a realizar todas as etapas da bibliometria.

As inscrições para o curso ocorrem até o dia 15 de janeiro de 2018, de duas formas: online através do site www.vanzolini.org.br; presencialmente na Fundação Vanzolini, de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h (Endereços: Avenida Paulista, 967 – 3o andar – Bela Vista – SP; ou Avenida Professor Almeida Prado, 531 – Cidade Universitária – SP). Para o processo de seleção, são necessários o preenchimento da ficha de inscrição e a apresentação do Curriculum Vitae. Haverá uma análise curricular prévia para mensurar se o estudante está apto a realizar o curso, principalmente para alunos de graduação. O investimento é de R$ 370,00.

Para mais informações, entrar em contato com a Secretaria de Cursos da Fundação Vanzolini (E-mail: extensaopro@usp.br; Telefone: (11) 5525-5810).