Fundação Vanzolini comemora 53 anos de sua criação

53 anos FCAVO Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) parabeniza a Fundação Vanzolini por seu aniversário de 53 anos.

Criada no dia 31 de março de 1967, a Fundação Vanzolini é uma instituição privada, sem fins lucrativos, criada, mantida e gerida pelos professores do PRO. Tem como objetivo principal desenvolver e disseminar conhecimentos científicos e tecnológicos essenciais à Engenharia de Produção, à Administração Industrial, à Gestão de Operações e às demais atividades relacionadas que realiza com total caráter inovador.

Ao longo desses anos, a instituição consolidou-se como um importante órgão de disseminação da Engenharia de Produção, tendo, inclusive, passado a ministrar cursos de especialização para a capacitação de profissionais, em convênio com a Escola Politécnica da USP. A atuação da Fundação Vanzolini foi além do campo da Educação Continuada, para crescer em áreas como Certificação, Gestão de Tecnologias em Educação e Projetos, nas quais tornou-se um grande centro de referência.

Mais informações: https://vanzolini.org.br/.

PRO Indica: Amigos da Poli e FAPESP lançam editais voltados ao desenvolvimento de pesquisas e projetos para o combate ao COVID-19

O Fundo Patrimonial Amigos da Poli lançou hoje, 27 de março, um Edital de Combate ao COVID-19, que receberá projetos até dia 4 de abril de 2020, às 23h59min, por meio do e-mail combatecovid@amigosdapoli.com.br. “Queremos ajudar o Brasil a atravessar esta crise com o menor impacto possível, e sabemos que a engenharia é um meio”. Mais informações: clique aqui.
 
Já a FAPESP lançou duas chamadas de propostas no valor de 30 milhões de reais para iniciativas de pesquisa ao combate da COVID-19 e estimular micro e pequenas empresas a desenvolver projetos que resultem em inovação tecnológica voltadas para o diagnóstico e tratamentos dos doentes. Mais informações: clique aqui.

Veja como fica o funcionamento do PRO durante a pandemia de Covid-19

A fim de facilitar a comunicação com nossos públicos, foi criada uma página no site do PRO com as informações sobre o funcionamento do departamento durante a pandemia de Covid-19 (realização de aulas online, eventos e atividades administrativas), além dos links para as orientações nos âmbitos da USP – Universidade de São Paulo e da Escola Politécnica da USP.

Esta página será diariamente atualizada. Fique de olho!

PRO-EPUSP - COVID-19

Professor Guilherme Ary Plonski é eleito diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP

A chapa composta pelos professores Guilherme Ary Plonski e Roseli de Deus Lopes foi eleita, no dia 10 de março de 2020, para a direção do IEA no período 2020-2024. A chapa obteve 94 votos de integrantes do Colégio Eleitoral.

Plonski, diretor eleito, é o atual vice-diretor do Instituto e professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (EP) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Roseli, vice-diretora eleita, também é professora da EP.

Para disputar a eleição, Plonski e Roseli apresentaram o programa de gestão “Inovação, Excelência, Abertura”. A chapa foi a única a se candidatar para a direção do IEA.

Propostas

Em seu programa de gestão, eles propõem maior ênfase na missão acadêmica do Instituto como local de reflexão crítica, sensor de avanços na fronteira internacional do conhecimento e incubadora de ideias propositivas.

Também defendem que o Instituto incorpore uma plataforma de estudos para melhor compreensão do desafio global da disrupção tecnológica e elaboração de propostas sistêmicas para lidar com esse panorama.

Ainda dentro desse quadro, consideram que deve ser mantida a prioridade do tema Universidade em Transformação desenvolvido no IEA, de forma a discutir como a academia pode contribuir para que as sociedades lidem com alguns dos grandes desafios globais, como os riscos decorrentes da disrupção tecnológica e a crescente polarização no campo das ideias.

Perfis

Além de ser o atual vice-diretor, Plonski integrou o Conselho Deliberativo do Instituto por dois mandatos. Professor titular da FEA e professor associado da EP, ele é membro da Congregação do Instituto de Relações Internacionais (IRI) e vice-coordenador do Centro de Inovação da USP (Inova USP). Também presidiu o Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT).

Professora associada 3 da EP, Roseli é coordenadora de vários programas da Pró-Reitoria de Pesquisa e coordenadora geral da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), por ela concebida. Foi diretora da Estação Ciência e coordenadora acadêmica do programa A USP e as Profissões, ambos vinculados à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária.

Realizada por meio de sistema eletrônico de votação e apuração, a eleição contou com a participação de atuais e ex-integrantes do Conselho Deliberativo; ex-diretores e ex-vice-diretores; diretores das unidades de ensino e pesquisa e representantes das respectivas congregações no Conselho Universitário; e também do presidente da Comissão de Pesquisa do IEA.

Texto elaborado pela Assessoria de Comunicação do Instituto de Estudos Avançados da USP (Link original: clique aqui). 

Especial Mês da Mulher 2020 POLI-USP: Homenagem à Profa. Marly Monteiro de Carvalho

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a equipe de Comunicação da Poli produziu, com o apoio da comunidade, um especial com foco na participação das mulheres no desenvolvimento tecnológico e da engenharia. Confira abaixo a homenagem feita à Profa. Dra. Marly Monteiro de Carvalho, chefe do PRO.


Engenheira, mulher, professora, pesquisadora e jovem: o espaço conquistado por Marly Monteiro de Carvalho

Filha de pais professores, a jovem Marly Monteiro de Carvalho não queria seguir a carreira docente. Apaixonada pelas exatas no ensino médio, a garota de São Paulo correu para a engenharia buscando uma forma de unir sua vocação com uma trajetória profissional ligada ao mercado e distante do ensino, ao que ela associava a física e a matemática que tanto gostava. A vida dela na USP começou cedo, mas bem longe da Escola Politécnica — mais especificamente há 240 quilômetros da Poli, no campus de engenharia de São Carlos.

Antes de se tornar doutora em engenharia de produção e uma das nove professoras titulares da Poli, o desafio era outro: descobrir qual área da engenharia deveria seguir. Inicialmente, Marly passou em engenharia civil e começou o curso. Após um ano de graduação, quando ainda era permitido manter dois cursos na universidade pública, a estudante prestou novamente vestibular e ingressou também em engenharia mecânica, pretendendo uma formação dupla. Pouco tempo depois, ela trocou o curso de civil pela produção — na época, ainda “produção mecânica”.

Porém, no terceiro ano, ficou claro que a sua vocação era mesmo para a engenharia de produção, e foi nesse curso que ela concentrou seus esforços. Quatro anos e meio depois, Marly Carvalho sai da USP São Carlos como engenheira de produção, e deixa o curso de mecânica faltando seis meses para o segundo diploma com uma certeza: ela se formou em produção porque era disso mesmo que gostava.

Eu acho que toda mulher na engenharia sofre com a mesma questão. Eu lembro quando eu entrei na engenharia, nós éramos 6 (mulheres) de 180 (alunos). Eu cheguei na sala de aula e parecia que eu tinha chegado no exército, porque estava aquele monte de homem careca, e tinham várias turmas, então as meninas estavam perdidas até a gente se achar. Esse estranhamento aparecia muito, e a USP de são Carlos naquela época era basicamente cursos de exatas, então não só a engenharia mas todo o ambiente era muito masculino, mesmo. 

A gente ainda continua com um contingente baixo de meninas em vários cursos de engenharia, esse ano na produção entraram 16% (de mulheres), é muito pouco, e naquela época era menos ainda. Essa sensação de você entrar num meio completamente masculino é uma descoberta desafiadora e difícil, eu acho que toda mulher que fez engenharia sentiu isso, e ainda sente. Não é tão forte quanto na época que eu entrei, mas ainda é bem forte e não é fácil atravessar os cinco anos, porque você é uma minoria. 

Recém-formada, a agora engenheira Marly Carvalho foi direto para seu mestrado, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e então emendou o doutorado na mesma instituição. Enquanto obtinha o título de doutora, Marly voltou à USP, não mais como aluna, mas para trabalhar no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e dar aulas na Poli. Conhecer as realidades de universidades federais, estaduais e institutos de pesquisa foi importante para a caminhada da docente na área.

Como pesquisadora, a doutora atua principalmente nas áreas de engenharia de produto e projeto, de qualidade e de inovação. Seu nome é extremamente relevante nacional e internacionalmente em todos esses segmentos, seja na pesquisa ou no ensino das disciplinas, já que diversos dos seus textos são utilizados como base.

Outra preocupação de Marly Carvalho é repensar e atualizar a área da produção. Foi com isso em mente que, na última década, ela implantou a ideia — e a disciplina — de sustentabilidade em todas as especializações do curso, além de matérias sobre a inovação de modelos de negócio com foco em sustentabilidade e economia circular, temáticas que têm sido foco de diversas pesquisas acadêmicas no Departamento. Nas suas disciplinas, ela garante que trata a sustentabilidade de forma matricial.

Você entra, uma mulher, sempre passei pelas etapas sendo jovem, então uma mulher jovem. É sempre um estranhamento. As pessoas olham, “é você que veio para…?”. Sabe, tem sempre um primeiro momento que você fala “não, sou eu a pessoa e tal”. Lá fora, às vezes as pessoas não sabem se (Marly) é homem ou mulher, e às vezes você via que as pessoas estavam esperando um homem.

Eu acho que toda mulher na engenharia de alguma forma enfrenta isso, porque mesmo lá fora ainda é uma profissão que tem pouca mulher. O momento de interesse das mulheres pela área de ciência está se trabalhando de uma forma geral, em particular as ciências exatas, e aqui no Brasil mais ainda. Vale muito a pena as meninas investirem. A engenharia é uma carreira de muita realização, tem potencial muito grande de colocar a criatividade e a energia da mulher para funcionar, e as mulheres deviam considerar essa profissão.

Texto elaborado pela Assessoria de Comunicação da Escola Politécnica da USP (Link original: clique aqui). 

Evento cancelado: Pesquisador dos Estados Unidos realiza palestra na POLI-USP sobre desenvolvimento e otimização da cadeia de suprimentos

Palestra V4O Centro de Inovação em Sistemas Logísticos da Escola Politécnica da USP, coordenado pelos professores Hugo Yoshizaki e Claudio Barbieri da Cunha, realizará, com o apoio dos Departamentos de Engenharia de Produção e Engenharia de Transportes da EP-USP, a palestra “Analysis of a New Alternative Fuel Supply Chain Development and Optimization Modeling of Freight Transportation/Logistics”, ministrada pelo Prof. Dr. Seckin Ozkul, da University of South Florida (EUA). O evento acontecerá no dia 16 de março de 2020, das 11h às 13h, no Auditório Prof. Francisco Romeu Landi, localizado no Prédio da Administração da Poli-USP.

Na apresentação, o pesquisador convidado discutirá suas pesquisas desenvolvidas no tema, abordando dois tópicos: 1. análise de um novo modelo de desenvolvimento e otimização da cadeia de suprimentos de combustíveis alternativos para transporte/logística de frete; 2. avaliação e modelagem de cenários para aliviar o desequilíbrio de frete no estado da Flórida.

Doutor em Engenharia de Transportes pela USF, Seckin Ozkul é membro dos corpos docentes do Departamento de Marketing desta instituição, do Monica Wooden Center para Gerenciamento e Sustentabilidade da Cadeia de Suprimentos e do Centro de Pesquisa em Transporte Urbano da USF. Conduz pesquisas nas áreas de otimização logística, gerenciamento de operações e planejamento de transporte de mercadorias e lidera esforços de pesquisa para projetos de transporte nacionais, estaduais e locais.

O evento é gratuito e será realizado em inglês (sem tradução simultânea). As inscrições para a palestra deverão ser realizadas pelo link: clique aqui.

A confirmação da inscrição será feita por e-mail. Em caso de dúvidas, escrever para: cislog@usp.br.

Dia Internacional da Mulher: Conheça as docentes do PRO

Dia Internacional da Mulher - PRO

O Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP agradece e presta homenagem a todas as mulheres, em especial às nossas alunas, docentes e funcionárias.

O PRO possui em sua estrutura 36 docentes, sendo 6 mulheres. Estas professoras exercem diversas atividades no contexto da Universidade: lecionam nos cursos de graduação e pós-graduação do Departamento, são pesquisadoras em diferentes temas da Engenharia de Produção, além de ocuparem funções de Chefia e Coordenação no PRO.

– Celma de Oliveira Ribeiro (Currículo Lattes)

– Débora Pretti Ronconi (Currículo Lattes)

– Linda Lee Ho (Currículo Lattes)

– Marly Monteiro de Carvalho (Currículo Lattes)

– Roberta de Castro Souza Pião (Currículo Lattes)

– Uiara Bandineli Montedo (Currículo Lattes)

PRO premia os melhores trabalhos de formatura de 2019

No dia 05 de março, foi realizada a apresentação dos melhores trabalhos de formatura (TF) de 2019 do curso de graduação em Engenharia de Produção da Poli-USP. Os trabalhos de formatura são elaborados no quinto ano do curso, consistindo no desenvolvimento de uma monografia sobre um tema de relevância para a área, a partir das experiências profissionais e interesses dos estudantes.

Neste ano, quatro trabalhos foram selecionados e apresentados no evento. O aluno Lucas Oliveira Tecchio, orientado pelo Prof. Dr. Laerte Idal Sznelwar, estudou “Tópicos de Complexidade para a atuação profissional do engenheiro de produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo”. Denis Eduardo Claudino de Azevedo, sob orientação do Prof. Dr. Paulino Graciano Francischini, realizou uma análise sobre o processo de fabricação de bicicletas e aplicação de melhorias para redução de estoques. Lucas Motta Rocha fez um estudo dos modelos de negócios de seguros e sua aplicabilidade no contexto brasileiro, contando com a supervisão do Prof. Dr. Fernando José Barbin Laurindo. Já o aluno Bruno Akira Koba Sato trouxe sua pesquisa sobre o ganho de escalabilidade de melhoria operacional na prevenção à lavagem de dinheiro de uma fintech, sob orientação do Prof. Dr. Guilherme Ary Plonski.

No evento, houve também a entrega do Prêmio Otto Bekman, concedido ao melhor trabalho. Neste ano, os trabalhos de formatura foram analisados por uma banca composta pelos seguintes docentes do PRO: André Leme Fleury, Clóvis Alvarenga Neto e Daniel de Oliveira Mota. Os trabalhos foram analisados a partir dos seguintes critérios: originalidade do tema e da abordagem, redação e formatação, formulação do problema, revisão teórica, métodos, resultados e impacto do trabalho.

Após parabenizarem os estudantes, o projeto de Denis Eduardo Claudino de Azevedo foi anunciado como o vencedor do prêmio. Além disso, foi concedido o prêmio de menção honrosa ao aluno Bruno Akira Koba Sato por sua pesquisa.

Os vídeos das apresentações serão disponibilizados no canal do Youtube do PRO em breve. Para saber mais sobre o TF, clique aqui.

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. André Leme Fleury e Lucas Oliveira Tecchio

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. André Leme Fleury e Lucas Oliveira Tecchio

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. André Leme Fleury e Lucas Motta Rocha

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. André Leme Fleury e Lucas Motta Rocha

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. Clóvis Alvarenga Neto e Bruno Akira Koba Sato

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. Clóvis Alvarenga Neto e Bruno Akira Koba Sato

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. Clóvis Alvarenga Neto e Denis Eduardo Claudino de Azevedo

Na foto (esq/dir): Prof. Dr. Clóvis Alvarenga Neto e Denis Eduardo Claudino de Azevedo

público

Special Issue Development Workshop “Implementing sustainable development goals: Implications for management research and practice”

Poster - Workshop Call Implementing SDGs.docx-1

Está aberta, até o dia 10 de abril, a chamada de trabalhos para o Special Issue Development Workshop “Implementing sustainable development goals: Implications for management research and practice”, que será realizado na Universidade de Surrey (Reino Unido), nos dias 11 e 12 de maio de 2020.

Este evento é parte do projeto de pesquisa “UN´s Sustainable Development Goals: Embracing tensions and synergies in sustainability grand challenges indicators”, apoiado pela University Global Partnership Network (UGPN), e é organizado pelos pesquisadores: Stelvia Matos, Stephen Morse e Mercio Cerbaro (Universidade de Surrey), Marly Monteiro de Carvalho (POLI-USP), Flavio Hourneaux Junior e Patricia Taeko (FEA-USP).

Os trabalhos devem tratar de assuntos referentes aos seguintes questionamentos:

– How do organisations define ‘impact’ and how is this best managed?
– How have patterns of implementing SDGs changed over time?
– What synergies and trade-offs are involved in the implementation of the SDGs?
– How does implementation of SDGs impact firms and/or wider communities?
– What contextual and internal factors trigger companies to adopt SDGs?
– How will such initiatives be influenced by the emerging ‘world (dis)order’?
– How can appropriate performance indicators to assess the impact arising from implementation of the SDGs be identified?
– How does the adoption of SDGs affect, or is affected by, innovation?
– How should SDGs be applied in new ventures and by small and medium-sized companies?
– What new theories and concepts can emerge from these challenges, and how do they work in the context of the Emerging World?
– What are the conceptual and empirical limitations of implementing the SDGs?

Para mais informações sobre a chamada de trabalhos, clique aqui.

PRO na Mídia: Roberto Marx, professor da Poli, fala sobre a entrada de empresas de carros elétricos no Autoesporte

Roberto Marx, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, comenta a instalação de uma fábrica da Tesla no Brasil, conforme anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, que confirmou ter  planos para a implantação no Brasil. “O mercado local será muito pequeno para um produto com esse preço”, explicao professor Roberto Marx. “Quando uma fábrica decide vir, ela tem uma série de benefícios, como a isenção de alguns impostos, mas mesmo assim seria difícil justificar a instalação de uma fábrica para atender esse mercado reduzido.”

Para ler a notícia completa, acesse o link.

Texto publicado pela Equipe de Comunicação da Escola Politécnica da USP